Não gosto de ir às compras.
Odeio passar horas dentro de lojas à procura de algo.
Quando vou comprar algo, costumo já ter em mente exactamente aquilo que quero.
Tem que ser 'amor à primeira vista', senão saio e vou a outra loja.
Não sou o género de pessoa que gosta de andar a ver tudo e voltar a ver e ver de novo.
Eu sei que é pouco 'girly of me' mas é assim!
segunda-feira, 14 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Mas que raio de m*rda vem a ser isto?!?!?!
Acerca disto, mas agora qualquer palhaço compra pedaços de Portugal?
Que porra é esta?
Ainda estou em estado de choque, nem sei bem o que diga!
Que porra é esta?
Ainda estou em estado de choque, nem sei bem o que diga!
Distracção
No que diz respeito a tirar fotos, sou muito esquecida.
Quando saio com amigos ou vou passear com a família, esqueço-me muitas vezes de imortalizar estes momentos.
Digo cá para mim que é porque estou demasiado ocupada a aproveitar os momentos todos com as pessoas que mais amo.
E mesmo quando me lembro de tirar fotos, esqueço-me de pedir para que me fotografem a mim.
E é prato do dia eu ter umas 10 fotos de toda a gente e apenas 1 minha, porque alguém lá se lembrou de dizer 'dá cá a máquina, agora fotografo eu'.
Quando saio com amigos ou vou passear com a família, esqueço-me muitas vezes de imortalizar estes momentos.
Digo cá para mim que é porque estou demasiado ocupada a aproveitar os momentos todos com as pessoas que mais amo.
E mesmo quando me lembro de tirar fotos, esqueço-me de pedir para que me fotografem a mim.
E é prato do dia eu ter umas 10 fotos de toda a gente e apenas 1 minha, porque alguém lá se lembrou de dizer 'dá cá a máquina, agora fotografo eu'.
sábado, 12 de abril de 2014
Cornetto de limão
O gelado mais xpto do verão está de volta, e os gajos lembram-se de pôr pedacinhos de chocolate branco no topo do gelado?! Porquê mudar algo que era tão bom?
Porquêêê...
Porquêêê...
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Irmãs
Parece que ontem foi dia dos irmãos.
Não podia deixar passar esta ocasião em branco.
Decorria o verão de 1991 e avisaram-me que iam buscar a minha mãe ao hospital.
Voltaram com uma bebé. Achei-a muito pequenina, e não muito bonita. Mas era a minha mana. Agora, eu era a irmã mais velha. Eu é que tinha escolhido o nome dela. E para o resto da vida, ia ter um ser que ia precisar de mim. Quando a minha mãe anunciou que estava grávida, eu queria muito um irmão. Pensava que a minha irmã ia gostar muito de mim, pelo menos tanto quanto eu já gostava dela. Mas ela não era muito do género a demonstrar os sentimentos e teve tendência a infernizar a minha vida desde cedo. Portanto, quando a minha mãe anunciou mais uma gravidez, anos mais tarde, chorei. Chorei muito, porque tinha medo que viesse outra irmã que não gostasse de mim e me fizesse a vida negra. E no verão de 1995, chegou mais uma mana. Achei que era maior que a anterior, mas tal como a precedente não era lá muito bonita. Mas acabou por se revelar totalmente diferente da anterior. Mais meiga, calma, e com uma tendência a adormecer em todo o lado e a qualquer hora.
Ao longo dos anos foram mais os momentos de discussão do que os momentos de cumplicidade. A enorme diferença de idades pode ter sido a culpada, mas o que posso dizer é que amo as minhas irmãs, dava o que fosse preciso para as ver felizes. E quando alguém magoa alguma delas, eu sofro. Dói mais do que se me fizessem mal a mim directamente. Apesar de eu ser a mais velha, as minhas irmãs ensinaram-me muitas coisas ao longo de todos estes anos. Eu não seria quem sou sem elas, e agora que estamos separadas por mais de 1000 km e um país pelo meio, sinto um vazio. Um vazio que só se preenche quando estamos todas juntas outra vez. As minhas irmãs, são parte de mim. Juntas, somos um furacão, imparáveis, fortes e unidas.
Uma irmã é a tua amiga para toda a vida. E melhor do que ter uma irmã, só mesmo ter duas!
Não podia deixar passar esta ocasião em branco.
Decorria o verão de 1991 e avisaram-me que iam buscar a minha mãe ao hospital.
Voltaram com uma bebé. Achei-a muito pequenina, e não muito bonita. Mas era a minha mana. Agora, eu era a irmã mais velha. Eu é que tinha escolhido o nome dela. E para o resto da vida, ia ter um ser que ia precisar de mim. Quando a minha mãe anunciou que estava grávida, eu queria muito um irmão. Pensava que a minha irmã ia gostar muito de mim, pelo menos tanto quanto eu já gostava dela. Mas ela não era muito do género a demonstrar os sentimentos e teve tendência a infernizar a minha vida desde cedo. Portanto, quando a minha mãe anunciou mais uma gravidez, anos mais tarde, chorei. Chorei muito, porque tinha medo que viesse outra irmã que não gostasse de mim e me fizesse a vida negra. E no verão de 1995, chegou mais uma mana. Achei que era maior que a anterior, mas tal como a precedente não era lá muito bonita. Mas acabou por se revelar totalmente diferente da anterior. Mais meiga, calma, e com uma tendência a adormecer em todo o lado e a qualquer hora.
Ao longo dos anos foram mais os momentos de discussão do que os momentos de cumplicidade. A enorme diferença de idades pode ter sido a culpada, mas o que posso dizer é que amo as minhas irmãs, dava o que fosse preciso para as ver felizes. E quando alguém magoa alguma delas, eu sofro. Dói mais do que se me fizessem mal a mim directamente. Apesar de eu ser a mais velha, as minhas irmãs ensinaram-me muitas coisas ao longo de todos estes anos. Eu não seria quem sou sem elas, e agora que estamos separadas por mais de 1000 km e um país pelo meio, sinto um vazio. Um vazio que só se preenche quando estamos todas juntas outra vez. As minhas irmãs, são parte de mim. Juntas, somos um furacão, imparáveis, fortes e unidas.
Uma irmã é a tua amiga para toda a vida. E melhor do que ter uma irmã, só mesmo ter duas!
I love you girls
Crianças: best of
A. 12 anos: Tia trouxe-te uma receita. A professora deu-nos caso as nossas mães quisessem fazer em casa.
Tia: E porque é que ma estás a dar a mim? Dá a receita à tua mãe!
A.: Não. A minha mãe é muito preguiçosa.
Tia: Se ela te ouve, és um rapaz morto!
A.: Não te preocupes, ela está a dormir...
Tia: E porque é que ma estás a dar a mim? Dá a receita à tua mãe!
A.: Não. A minha mãe é muito preguiçosa.
Tia: Se ela te ouve, és um rapaz morto!
A.: Não te preocupes, ela está a dormir...
Aquele momento...
... em que o pc avisa que vai reiniciar, e uma pessoa escolhe a opção para aguardar mais 4 horas, e depois clica em 'reiniciar agora' em vez de 'adiar'. Damn!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Francesinha
Consta que gostos, não se discutem.
E a minha preferência no que diz respeito a francesinhas vai para o Barrigas, na Madalena.
Já para não falar na enorme vantagem de darmos uns passos e estarmos na praia.
Oh yeah, that's the stuff baby!
E a minha preferência no que diz respeito a francesinhas vai para o Barrigas, na Madalena.
Já para não falar na enorme vantagem de darmos uns passos e estarmos na praia.
Oh yeah, that's the stuff baby!
Mãe: desmistificação do nascimento- 1
O intuito é quebrar as ideias pré-concebidas e mostrar as coisas como elas realmente são, através da experiência de algumas mães e da sua percepção sobre o nascimento dos seus filhos, num tom mais informal.
Hoje começo com a minha experiência:
Hoje começo com a minha experiência:
Esta é a história de como o Rodrigo veio ao Mundo e
consequentemente, de como me tornei mãe.
A história começa dia 3 de Abril de 2013. Levantei-me de
manhã cedo, para ir a uma consulta de termo no hospital de Gaia. Estava de 39 semanas
e 3 dias de gestação. Depois dos exames de rotina chega parte em que a Médica vê o bebé no monitor. Depois de muito ‘uhm’ e alguns ‘não
se vê muito bem’, lá me diz que tenho que regressar ao hospital na manhã do dia
seguinte para fazer uma ecografia no andar de cima onde os aparelhos têm melhor
qualidade.
No dia seguinte apresento-me ao local da ecografia, acompanhada da
minha tia.
Chamam o meu nome e lá vou eu. Mais alguns ‘uhm’ por parte
desta médica e finalmente um ‘ o bebé já tem pouco líquido amniótico, volto
já’.
A minha tinha diz-me: ‘Já foste, ficas cá e vão
induzir-te o parto.’
Na minha cabeça não podia ser já, instalou-se o pânico.
Quando a médica volta e me diz exactamente o mesmo que a minha tia, o meu coração começou a bater a mil, e a minha cabeça a fumegar, só pensava ‘ não é possível, já?! Mas ainda falta quase uma semana, eu não estou pronta, isto vai correr mal de certeza, a minha tolerância à dor não é assim tão boa, não vou conseguir ter este bebé, que horror, vou morrer durante o parto…’ entre outras ideias estúpidas que se atropelavam no meu cérebro.
Quando a médica volta e me diz exactamente o mesmo que a minha tia, o meu coração começou a bater a mil, e a minha cabeça a fumegar, só pensava ‘ não é possível, já?! Mas ainda falta quase uma semana, eu não estou pronta, isto vai correr mal de certeza, a minha tolerância à dor não é assim tão boa, não vou conseguir ter este bebé, que horror, vou morrer durante o parto…’ entre outras ideias estúpidas que se atropelavam no meu cérebro.
Fui ‘internada’ por volta da uma de dia 04 de Abril. Às
15h00 induziram-me o parto e dizem-me que pode demorar até dois dias (o drama, o horror, eu queria era despachar isto), e por volta das 18h30 já tinha contracções que doíam
imenso e vinham de dois em dois minutos, andava para trás e para a frente,
sentava-me na bola de exercícios e tentava respirar, vieram ver e ‘uh já está
dilatada a 2’ e eu que só pensava ‘já?! Isto é gozar comigo, não levo epidural
até chegar aos 5 pelo menos’, fui tomar um banho quente, andei de novo a
caminhar para trás e para a frente (quando as dores deixavam). Entretanto houve
mudança de turno, e voltei a ter uma enfermeira diferente. Esta era novinha e
pergunta ‘Foi às aulas de preparação para o parto?!’ eu: ‘no’, ela: ‘Ihhh só
nos faltava esta’, pronto, fiquei ainda mais “panicada”.
O tempo passa, as dores intensificam. A enfermeira “mor” ouve-me a gemer e vem dizer-me que me vai dar uma injecção no rabo para atenuar a dor. Eram cerca das 21h00.
O tempo passa, as dores intensificam. A enfermeira “mor” ouve-me a gemer e vem dizer-me que me vai dar uma injecção no rabo para atenuar a dor. Eram cerca das 21h00.
Em vez de melhorar, piorou. E é aí que a médica entra em
cena pela 1ª vez.
(Muito simpática devo dizer.)
Diz-me que não é normal depois da injecção, doer ainda mais. E decide verificar a dilatação: 7 cm!!
‘Ui, que dilatação tão rápida, vamos lá à epidural que ainda conhecemos o Rodrigo hoje!'
(Muito simpática devo dizer.)
Diz-me que não é normal depois da injecção, doer ainda mais. E decide verificar a dilatação: 7 cm!!
‘Ui, que dilatação tão rápida, vamos lá à epidural que ainda conhecemos o Rodrigo hoje!'
E assim foi, deram-me a epidural, esperaram que fizesse efeito,
e oh! Surpresa, a epidural só fez efeito do lado direito. Sentia a dor do
lado esquerdo-esperar pela dilatação a 10 e chamar o papá. E pronto. Chegou a
hora (15 mulheres do staff só para o Rodrigo, mais nenhum bebé quis nascer
nessa noite)
E era fazer forçar, era respirar, era fazer força. ‘Respire, respire’ diziam elas, e eu só dizia ‘não consigo’ E o Mr. a segurar-me na mão e a sentir-se impotente. A dada altura já não tinha mais forças. Teva que ser com a ajuda de ventosa e de duas enfermeiras a carregarem na minha barriga ao mesmo tempo que eu fiz força para ele sair. E saiu. Eram 23h20. Não chorou logo ao sair. Demorou 2 segundos a berrar, que me pareceram uma eternidade e eu já imaginava o pior. E depois, levaram-no logo para o limparem e pesar. A médica diz-me que vai carregar para sair a placenta, e que para certas mulheres era pior que o próprio parto. E eu, que já nem sentia nada, só lhe disse algo do género ‘go for it’. E não é que a única coisa que senti foi um grande alívio?
E era fazer forçar, era respirar, era fazer força. ‘Respire, respire’ diziam elas, e eu só dizia ‘não consigo’ E o Mr. a segurar-me na mão e a sentir-se impotente. A dada altura já não tinha mais forças. Teva que ser com a ajuda de ventosa e de duas enfermeiras a carregarem na minha barriga ao mesmo tempo que eu fiz força para ele sair. E saiu. Eram 23h20. Não chorou logo ao sair. Demorou 2 segundos a berrar, que me pareceram uma eternidade e eu já imaginava o pior. E depois, levaram-no logo para o limparem e pesar. A médica diz-me que vai carregar para sair a placenta, e que para certas mulheres era pior que o próprio parto. E eu, que já nem sentia nada, só lhe disse algo do género ‘go for it’. E não é que a única coisa que senti foi um grande alívio?
Estava a médica ainda a cozer o 'business' quando chega a
enfermeira com o miúdo e o põe em cima de mim. Primeiros pensamentos ‘não é nada
parecido comigo’ ‘porque raio é que nasceu com cabelo castanho’ e ‘ onde é que
anda o sentimento de conexão instantânea de mãe-filho que me tinham prometido?!’
E depois, pedi ao pai que pegasse nele. E aí sim, vi algo de que já ouvira
falar: um pai emocionado cujo filho lhe tinha agarrado o dedo e não parecia
querer largar!
O processo do nascimento não durou mais que uns 10-15
minutos. Olhando para trás, sei que foi um ‘nascimento santo’.
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Rodrigo
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Ortografia
Odeio o 'novo'(que já não é assim tão novo, mas é o mais recente) acordo ortográfico!
Odeio, odeio, odeio e sou totalmente contra.
Odeio, odeio, odeio e sou totalmente contra.
Será?!
Diz que os homens se conquistam pelo estômago. Já as mulheres, diz que é pelo riso.
Mas até que ponto é que será verdade?
Admito que no meu caso foi muito importante arranjar um companheiro que me fizesse rir e sorrir muito.
Mas se é verdade que os homens se conquistam pelo estômago, o que é feito das mulheres que não sabem cozinhar (e acreditem que não são poucas!)?
Se acreditarmos na Helen Fielding e na sua 'Bridget', nada disso importa.
Senhores e senhoras, o que me dizem?
Mas até que ponto é que será verdade?
Admito que no meu caso foi muito importante arranjar um companheiro que me fizesse rir e sorrir muito.
Mas se é verdade que os homens se conquistam pelo estômago, o que é feito das mulheres que não sabem cozinhar (e acreditem que não são poucas!)?
Se acreditarmos na Helen Fielding e na sua 'Bridget', nada disso importa.
Senhores e senhoras, o que me dizem?
Music
O Saxofone é sexy.
Mas nutro uma verdadeira paixão pelo Violoncelo.
Mas nutro uma verdadeira paixão pelo Violoncelo.
2 Cellos, e viva a Croácia!
terça-feira, 8 de abril de 2014
Montauban*
Esta é a cidade onde passei cerca de metade da minha vida. Fica a apresentação em imagens:
*Montauban, département 82, Tarn et Garonne, France
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Ver o telejornal...
...(e assim quebrar a minha filosofia de 'nãovejomaisojornalporqueestoufartadadevernotíciasmás')
para ouvir dizer que em certas escolas as cantinas vão permanecer abertas nas férias da Páscoa porque para algumas crianças a refeição que comem na escola é a única do dia inteiro= uma pessoa revoltada e tantas lágrimas que parece que esteve ali na sala um samurai a tentar bater o record de cebolas descascadas com o seu sabre em menos de 30 segundos!
para ouvir dizer que em certas escolas as cantinas vão permanecer abertas nas férias da Páscoa porque para algumas crianças a refeição que comem na escola é a única do dia inteiro= uma pessoa revoltada e tantas lágrimas que parece que esteve ali na sala um samurai a tentar bater o record de cebolas descascadas com o seu sabre em menos de 30 segundos!
Um ano a 2+1
Por cá a preparação da festa começou quinta feira.
E esta 'busy bee' mal teve tempo de respirar.
Mas os miúdos e graúdos divertiram-se e isso sim, é o que importa!
E foi mais ou menos isto
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Coisas que tenho que ensinar ao meu filho #1
Sim, as mulheres são todas loucas.
Sim, elas estão conscientes disso.
Não, nem te atrevas a dizer-lhes isso na cara, sob pena de teres que sofrer graves consequências!
Sim, elas estão conscientes disso.
Não, nem te atrevas a dizer-lhes isso na cara, sob pena de teres que sofrer graves consequências!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Chuva
E não é que afinal este tempo ranhoso e esta chuva têm uma vantagem?
O pequenote acordou e já passava das 10 hoje!
O pequenote acordou e já passava das 10 hoje!
Adenda ao post anterior
Lembram-se daquelas séries que viam quando eram miúdos e achavam que eram super mega fantásticas?
Um pequeno conselho: não caiam no erro de voltar a vê-las agora. Mantenham as recordações de infância intactas.
Limitem-se a oferecer prendas como a da imagem abaixo, como recordação.
Um pequeno conselho: não caiam no erro de voltar a vê-las agora. Mantenham as recordações de infância intactas.
Limitem-se a oferecer prendas como a da imagem abaixo, como recordação.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Os heróis da minha infância
Numa manhã de sábado, era hábito ela acordar muito cedo para um encontro pelo qual ansiara toda a semana.
Queria muito ver o amigo verde a tentar integrar-se num ambiente totalmente diferente do seu; a sua amiga rosa, que conseguia sempre escapar das mãos do vilão; o seu amigo que vivia sempre triste, porque nunca conseguia 'pregar uma partida' ao animal mais rápido do deserto; e ainda ver o seu amigo preferido, que andava sempre rodeado dos três acólitas mais leais da história, entre muitos, muitos outros, que tornavam o início de fim de semana numa verdadeira alegria.
O final de Domingo também era um momento muito alegre pois era hora do reencontro com um amigo especial. Nunca antes tinha ela conhecido alguém com uma capacidade de raciocínio tão rápida, e com um conhecimento tão abrangente do ambiente que o rodeia, que era capaz de se safar de situações complicadas. Ele era um mágico, um mágico diferente, mas aos olhos daquela menina, do alto do seu palmo e meio e dos seus 6 anos de vida, era magia.
Mas mais importante do que tudo isto, era ela. A mulher que foi mãe quando outras ainda brincavam ao 'faz de conta', sonhavam com o seu príncipe encantado ou faziam planos de uma futura carreira através de estudos superiores. Aquela que a levava para o hospital às duas da manhã porque ela até a dormir gemia com as dores de barriga, que nunca se esquecia de lhe dar um beijinho de boa noite, que arranjava sempre tempo para brincar com ela, que trabalhava, muitas vezes de sol a sol, para que não lhe faltasse nada. Nunca.
Obrigada Mãe por seres a heroína da minha infância, e uma das pessoas mais importantes da minha Vida!
Queria muito ver o amigo verde a tentar integrar-se num ambiente totalmente diferente do seu; a sua amiga rosa, que conseguia sempre escapar das mãos do vilão; o seu amigo que vivia sempre triste, porque nunca conseguia 'pregar uma partida' ao animal mais rápido do deserto; e ainda ver o seu amigo preferido, que andava sempre rodeado dos três acólitas mais leais da história, entre muitos, muitos outros, que tornavam o início de fim de semana numa verdadeira alegria.
O final de Domingo também era um momento muito alegre pois era hora do reencontro com um amigo especial. Nunca antes tinha ela conhecido alguém com uma capacidade de raciocínio tão rápida, e com um conhecimento tão abrangente do ambiente que o rodeia, que era capaz de se safar de situações complicadas. Ele era um mágico, um mágico diferente, mas aos olhos daquela menina, do alto do seu palmo e meio e dos seus 6 anos de vida, era magia.
Mas mais importante do que tudo isto, era ela. A mulher que foi mãe quando outras ainda brincavam ao 'faz de conta', sonhavam com o seu príncipe encantado ou faziam planos de uma futura carreira através de estudos superiores. Aquela que a levava para o hospital às duas da manhã porque ela até a dormir gemia com as dores de barriga, que nunca se esquecia de lhe dar um beijinho de boa noite, que arranjava sempre tempo para brincar com ela, que trabalhava, muitas vezes de sol a sol, para que não lhe faltasse nada. Nunca.
Obrigada Mãe por seres a heroína da minha infância, e uma das pessoas mais importantes da minha Vida!
sábado, 29 de março de 2014
Solidão
Mais alguém que tenha aí um pequenote que tem aversão a ficar sozinho?!
É que mal saímos da beira dele começa o berreiro!
É que mal saímos da beira dele começa o berreiro!
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