segunda-feira, 19 de maio de 2014

Filho único?

Sempre tive em mente que queria ter dois filhos. Isso porque fui filha única durante 7 anos e era uma menina muito egoísta até chegar a '1ª mana' e depois a segunda. E porque queria que o meu filho tivesse com quem partilhar as coisas de 'manos'. São experiências únicas.
Mas agora dou por mim a pensar, e não me imagino a amar outro bebé tanto quanto amo este. Independentemente do resto, este menino fez de mim mãe, a mãe dele.
Eu sei que os pais que já têm vários filhos dizem que o amor se multiplica e tudo mais.
Mas para mim, para já, parece algo impossível, amar outro ser como amo o meu pequeno.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Farta!

O próximo que não se calar com o raio do futebol e dos clubismos devia ser atingido em cheio pelo Karma!

Dicção

Vamos lá tirar as teias de aranha da língua pela manhã!
Repitam o mais rápido que conseguirem:

'Uma mafagafa teve cinco mafagafinhos, a mafagafa morreu e os cinco mafagafinhos ficaram a mafagafar sozinhos'*

                                            *Cortesia da minha mami que me fazia repetir isto para não ter problemas de dicção!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Por esta e por outras é que somos a pior espécie à face da terra!

Acerca do vídeo abaixo:

Eu lembro-me do alto dos meus 3/4 anos, de ver os vídeos das músicas do Michael Jackson, com meninos a morrer à fome em África e começar a chorar, até ficar com soluços e não conseguir falar por me faltar o ar. A minha mãe perguntava-me o porquê do meu estado e eu respondia-lhe que os meninos estavam a sofrer. E não era justo. Dizia-lhe que queria ficar muito rica para os poder ajudar. 
Estes últimos dias andaram a entupir os blogues com comentários asquerosos sobre o vencedor da Eurovisão. Não é diferente do que se passa com estas crianças.
E não permitirei que o meu filho seja Racista  intolerante.
Cabe a mim incutir-lhe os valores certos. 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Não gosto...

...que abusem do 'lol' escrito.
Pior que isso só aquelas que se lembram de dizer 'lol' verbalmente.
Não percebo, nem quero perceber, irrita-me profundamente!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O que eu me rio com a internet!

  
        *Porque é que [nome do país] é tão... (o resultado automático do google= nome que se encontra no país)



Conclusão:
-Podíamos criar um grupo dos países pobres e saíamos da União Europeia, voltávamos à era das trocas de batatas por aquilo que fizesse falta;
-Thank God! Não somos a França;
- Foi provavelmente um Belga quem criou este mapa!

domingo, 11 de maio de 2014

Critérios fúteis na escolha de um homem:

-ter mais 15 cm do que eu para eu poder andar com tamancos de 10 cm e não parecer mal (e, ocasionalmente, chegar aos armários de cima na cozinha);
-ter um peso bastante superior ao meu, de forma a que, mesmo grávida e com mais 20 quilos em cima, eu continue a ser a menos pesada;
-ter os olhos verdes, só porque gosto;
-ter as mãos grandes (dá sempre jeito);
-ter força suficiente para se/me defender caso seja necessário...

Entre outras coisas.

sábado, 10 de maio de 2014

As mulheres...

... são as criaturas mais invejosas que já conheci.

E provavelmente são a razão pela qual acabaremos como os dinossauros!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

E é isto!

Sei um monte de coisas que não servem para nada!
Parece que se chama cultura geral.
Houvesse uma cadeira de cultura geral na faculdade, I would've killed it!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

E sobre o dia da Mãe?!

Este já foi o meu 2º dia da mãe como mamã. Mas foi o 1º a ser celebrado.
Tive direito a Rosas e a este presente que adoro e que tenho usado sempre que saio de casa:


Tenho dois príncipes muito atenciosos em casa!
Não faço parte da maioria que acha ridículo haver um dia para comemorar o dia da mãe, porque se é mãe todos os dias e blá blá blá, etc...
Não quer dizer que nos outros dias não sejamos mães, serve apenas para que os filhos tenham a ocasião de relembrar às suas mães que o amor que elas lhes dão é correspondido. Um miminho extra, a cereja no topo do magnífico bolo que é ser mãe. 
Isto de ser mãe tem muito que se lhe diga. E andam por aí muitas 'cientistas especializadas em maternidade' (que na sua maioria são mães há meia dúzia de semanas).
'Ser mãe' é um termo demasiado vasto e abstracto que pode englobar de tudo um pouco.
Eu não sei 'ser mãe'. Apenas sei ser mãe dele.
E terei que saber para o resto da minha vida, só assim serei feliz.
Para mim, uma mãe põe-se sempre em último lugar, não porque seja o lugar que lhe pertence, apenas porque acima de tudo está o resto da família.
Sou assim, porque a minha mãe foi assim. E agradeço-lhe por isso. 
Porque ver os meus felizes, é o que me faz mais feliz!


Plano vs Realidade

Plano: Acabar a faculdade aos 22, casar aos 23, ter o 1º filho aos 25, o segundo (e último) aos 27 e a partir daí, tentar melhorar o nível de vida da família.

Realidade: Aos 25 anos- fim de uma relação de 7 anos e meio, mudança de País (regresso a Portugal).
Aos 26, conheci o meu actual companheiro, Aos 28 (a caminho dos 29) fui mãe pela 1ª vez, e agora, a menos de um mês de entrar nos 30, a vida não podia ser mais incerta.

No entanto, não trocava a minha vida por nada deste Mundo! Demorou, mas encontrei o meu caminho, as pessoas que me fazem feliz e ainda aprendi umas quantas lições pelo meio.

Recordações emprestadas #1

A minha tia diz que eu com um ano só pegava nas coisas com os dedos em pinça!
E ela do alto dos seus onze anos na altura, achava que eu era chique...

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Primeiro fim de semana de praia

Resultado = Sol 2- Família 1
O pequenito adorou; comeu areia, foi à água, brincou na areia, sempre besuntado de creme protector, com t-shirt e chapéu.
Nós, esturricamos, pusemos creme de um lado e... pronto, escaldão do outro!

E agora, bye bye lençois polares, que acho que chegou o verão assim colado à primavera!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Crianças: best of #2

Primo R. do alto dos seus três anos:
-'Mónica já viste as minhas 'patilhas nobas?'
- Ainda não
- Espera aqui que vou já calçá-las'
Volta 1 mn depois:
-' Vais ver como corro supé mais depessa com elas!'
...Demonstração...
-' Uau, realmente, assim corres muito depressa.
-Pois, com elas, sou mais rápdo que um foguetão'

Ahahahahahah
E enquanto me ria, na minha cabeça tocava esta canção*:


                                *esta parte em especial: '... I'm gonna make a supersonic man out of you...'

domingo, 27 de abril de 2014

Sumos quê?

Quais sumos detox, sementes e outros que tal, qual quê?!
Um belo de um bacalhau assado no forno com batatinhas e pimentos e ainda uma bela salada a acompanhar!
Isso sim, é almoço de Domingo.

TOP

Eu até nem gosto muito de bola.
 Mas este vídeo está mesmo top!



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Thank you :)

Recebi um convite para participar num desafio. (o 1º-yay)
No entanto, como não gosto de dar trabalho às pessoas, limito-me a mostrar o "prémio", e a agradecer à
miss sixty  pela nomeação. Sinto-me lisonjeada ;)


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Obesidade Infantil

Como é que se explica a uma criança que sofre de obesidade infantil que esta tem que comer menos que o irmão mais velho ou que os pais e que não pode comer certos alimentos, mesmo tendo acesso a eles em casa?!
Não se explica!! A família faz o sacrifício em conjunto. E mais nada!
Porque o significado de família também é esse!

terça-feira, 22 de abril de 2014

A evolução das vacas

Antes, as vacas só faziam 'Muuu', agora também dizem: 'Oi tudo bem?'

Mommy mantra*

Não falarás do tamanho do teu filho.





*é que se for maior do que o delas (e é sempre), ficam todas ofendidas e arranjam mil e uma desculpas para o facto dele ser maior que a média. O pai dele é alto, deal with it!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vizinhos

Mais alguém com vizinhos que tocam à campainha e dizem ‘Oh bizinha abra a porta do prédio por fabore’?!
Ponto nº1: Como raio é que eu sei que és meu/minha vizinho/vizinha?
Ponto nº2: Acordam-me o bebé quando fazem essa m*rda!
Ponto nº3: Tocarem-me à campainha depois das 22h00, é caso para me porem com vontade bater em alguém!


Depois de várias vezes ter dito a essas pessoas para pararem, vou infelizmente ter que desligar a minha campainha, forever!

                                         *Ter vizinhos mal-educados e com consideração abaixo do 0 é outra coisa.

Mãe: desmistificação do nascimento- 2

Agora é a vez da xaxia contar a história do nascimento da sua ‘migalha crescida’ =):

Bem, para começar, cá em casa nasce-se à quinta feira.  Uma médica com necessidade de organizar a agenda, aliada a um pai com cagufa de ter que lidar com o "rebentaram-me as águas", fizeram com que todos os nascimentos fossem marcados, ainda que a minha filha mais crescida, lhes tenha trocado as voltas e tenha nascido no dia que estava marcado, mas durante a madrugada e umas antes horas da suposta indução.
Em frente...durante toda a primeira gravidez,  habituei-me a ver a minha obstetra a olhar de lado para mim e a dizer: "bacia mediterrânica, duvido que alguma vez passe aí um bebé".
Não tinha bem a certeza do que aquilo queria dizer exactamente, mas sei que me preparei durante 40 semanas e 2 dias, para a necessidade de uma cesariana.
E como não ia ter um parto normal, não houve qualquer "preparação para o parto". Não houve leituras de livros, nem recolha de testemunhos, nem revistas da especialidade. Não houve nada de nada. A minha preparação para o parto consistiu em depilação, manicure e cabeleireiro (para não ficar com cara de minhoca enjoada nas primeiras fotografias da bebé).
No dia 18 de Janeiro, por volta da uma da manhã, comecei a sentir o que eu achava serem uma dores fortes. Como se repetiam com intervalos regulares (ainda que espaçados), fui para a maternidade. Uma enfermeira fez o "toque", um CTG, e disse-me para ir para casa, que aquilo estava muito atrasado. Para ir no dia 19 às nove, como estava combinado com a médica. Basicamente, esperavam-me mais de trinta horas com aquilo que eu já achava serem dores insuportáveis.
De manhã a coisa até tinha acalmado, mas ao longo do dia foi sempre piorando, e piorando, comecei a perder uma espécie de muco com sangue, e por várias vezes pensei que a miúda ia nascer em casa. Durante a tarde fui ao consultório da médica. Mais um toque, mais um CTG, e um "amanhã às nove, se ficar muito aflita vai para o hospital e liga-me". Daqui entendi que não estava suficientemente aflita, e que ainda ia ficar verdadeiramente aflita (e ia, se ia)
Saí de lá a sentir-me uma mariquinhas ansiosa, e a pensar, que nem que a vaca tossisse, nem que chovessem canivetes, não voltava a incomodar a médica nem a ir para o hospital com falsos trabalhos de parto.
Mas as dores foram sempre piorando, e cada vez saía mais muco ensaguentado (o "rolhão"). Dito-Cujo quis levar-me para o hospital umas cinco vezes, mas eu recusei sempre "nem morta, ir lá outra vez fazer figuras tristes. É amanhã às nove". 
Mas por volta da uma da manhã, vinte e quatro horas depois da primeira ida à maternidade, eu era uma mulher muito grávida aos gritos e a subir paredes com as dores (sim, eram umas trinta vezes piores que as que me tinham feito agarrar na "mala" na véspera), ao ponto de o homem ter que me vestir e calçar. 
Entrei na maternidade quase de gatas,  quarenta minutos depois, mais um toque, mais um CTG, uma enfermeira a perguntar-me há quanto tempo me tinham rebentado as águas (com as dores nem tinha percebido que a bolsa tinha rebentado pelo caminho). 
Poucos minutos depois chegava a minha médica, mais um toque, e um "não faça força que temos que esperar que chegue o pediatra". Comecei a gritar pela prometida epidural, por um tempo que me pareceram horas, mas que Dito-Cujo garante que foram poucos minutos. 
Com a epidural chegou o alívio. E logo depois o pediatra.
E é quando me mandam fazer força. "Faça força quando eu disser". Força? Então não vou para o bloco, para a cesariana?  Hello Drª Paula, bacia mediterrânica, lembra-se?
E depois foi tudo muito rápido, a força que eu fazia não era capaz nem de fazer nascer uma formiga, quanto mais um bebé, e portanto usaram forceps para ajudar. A partir do momento em que levei a epidural, nunca mais tive qualquer dor, mas também não senti o momento em que tinha que fazer força, e nem sequer tinha vontade de a fazer, por isso fiquei impávida e serena a ver a minha bebé a sair-me das entranhas.
Uma linda bebé entre o roxo e o azulado (talvez nas aulas que não frequentei avisem que os bebés nascem daquela cor), que puseram em cima da minha barriga e a quem eu agarrei por um pé, enquanto o pai tirava fotografias para começar a bombardear a família com imagens da miúda mais gira do mundo.
As enfermeiras acharam a "primeira roupa" que eu tinha levado demasiado (sabia lá eu que o primeiro dia ia ser uma primeira noite), e resolveram vestir-lhe um dos pijaminhas rosa.
E é disso que me lembro melhor. Aquela bebé mínima, vestida de cor de rosa, com os olhos mais arregalados do mundo, aninhada nos meus braços, a roubar-me o coração, a engolir-me num amor sem fim, que dura até hoje.
Tão bom, mas tão bom, que repeti mais duas vezes


Obrigada Xaxia por partilhares a tua experiência connosco!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Isto é quase uma seita

Tu que estás prestes a ser mãe, prepara-te porque vais entrar para um clube muito restrito.
A partir de agora vão olhar para ti com mais respeito, e tudo o que disseres será tido em conta.
Podes falar de certos assuntos que até agora eram Tabu.
E ganhaste o direito de dizer ‘coisas menos simpáticas’ sobre a gravidez, os bebés e as crianças sem seres fuzilada por olhares de outras mães.



*o que mais me irrita são aquelas pessoas que são mães há meia dúzia de dias e afirmam pensam que já sabem tudo sobre parentalidade, well , flash news for you: nunca se sabe tudo, especialmente sobre este assunto!